A Nossa Fé Bem Firmada

10/12/2013 by

A Nossa Fé Bem Firmada
Povo de Deus,
Nós que cremos na solução que veio de Deus e que continua em Deus.
Nós que fazemos opções baseados no sacrifício de Cristo.
Nós que esperamos no Senhor.
Nossa fé em Cristo
Está alicerçada, arraigada, em Cristo, que é uma pessoa.
Nosso salvador é um pessoa física, alguém real, como nós o somos.
Sabemos o suficiente para alcançar a salvação. Não estamos perdidos em nossos conhecimentos, não estamos centrados em nossa erudição pessoal.
Deus, o Criador, nos amou tanto que nos deu seu filho. Seu filho veio a este mundo e aqui viveu e aqui morreu. Não foi uma morte como as outras. Não foi.
Foi sacrifício em nosso favor. E foi aceito pelo Pai, pelo Criador.
Não estamos perdidos, de modo algum.
Não fomos abandonados, de modo algum.
Davi, o amado de Deus,
Já na velhice, compõe o Salmo 37. Lá, no versículo 25 ele diz: “Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão”.
Davi se referia ao justo, à pessoa que se aparta do mal e faz o bem.
Vale a pena ler o Salmo 37.
Justificados por Deus
Quando recebemos a Cristo somos feitos justos. A justificação é uma obra da graça de Deus em nós. Nada fazemos para sermos justos. Nós assumimos a couraça da justiça, aceitando a situação de justificados. Nenhuma condenação há para quem está em Cristo. Somos revestidos, de cima para baixo, da justificação que procede de Deus.
Voltamos à condição de filhos
Justificados, então, nós podemos entrar na presença do Criador, e Ele nos torna participantes de tudo aquilo que precisamos, que Ele chama de “vida”.
Vida inclui tudo o que a vida eterna contém.
Recebemos bênçãos, dádivas, coisas materiais, recursos financeiros, capacidade de empregá-los, poder.
Poder
Mas, como empregá-lo?
Aqui mora o perigo, Aqui está o nosso limite, o limite que impomos a nós mesmos no relacionamento com Deus.
Se quer saber porque os crentes não governam, não têm posição de poder, não transformam sua cidade, nem mesmo seu bairro, é porque não sabem empregar o poder que receberam.
O poder, para a pessoa, deve ser empregado na obtenção de conforto para a carne. Carro, apartamento, roupa de grife, boa comida, e coisas menores.
Então, ao obter aquilo que a carne pede, duas coisas ocorrem: a primeira é que a pessoa fica limitada em si mesma, dispensando as coisas maiores, aquelas que o Senhor tem reservado para os que não se contentam com pouco. A segunda é que essas coisas passam a ser o centro de sua vida, e nasce a mediocridade firmada na avareza.
A partir daí, o que se vê é lamentável.
Pessoas desanimadas, ainda em plena vida. Doentes, embora cheias de vida.
E, depois, vem a doença de fato. Aí, a pessoa, que deveria ser solução para os outros, passa a ser um peso.
No caso brasileiro parece que o problema é do “governo”.
“Ah, se eu estivesse lá, no poder, eu resolveria isso tudo”. Então, para resolver o problema pessoal, que o medíocre não reconhece, é preciso que ele, ela, seja investido do poder maior.
Fidelidade
Quem é fiel no pouco é fiel no muito.
“Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei”.
Sim, claro, nós temos que responder pelo que nos foi dado.
Nós devemos olhar para baixo, para aquilo que está sob nosso domínio. Por esse quinhão de poder é que responderemos.
Nós não responderemos por aquilo que não nos foi dado.
Cabe-nos empregar o que nos foi confiado para o bem das pessoas com quem convivemos.
Outras pessoas precisam ser beneficiadas pelo nosso trabalho, e pelo poder que temos de administrar o que nos foi dado. E temos recebido coisas, entendimento, conhecimento, habilidades, inteligência, pessoas que nos ouvem, que nos seguem.
Produtividade e tranquilidade
Então, sendo produtivos, e fazendo as coisas, tomando as decisões porque cremos no Senhor, vivemos bem.
Ao fim o Senhor nos dirá: “Vinde bendito de meu Pai, vem desfrutar daquilo que o Senhor preparou para você”.
Diz Paulo que essas coisas são boas demais para serem descritas.
Glória a Deus!
Massuia

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